domingo, febrero 09, 2025

Breve apresentação - Tigu Guimarães: Coordenador do projeto RAP-Rede Audiovisual Periférica-Circuito Itinerante de exibições nos bairros periféricos de Nova Iguaçu. Primeiro colocado no Prêmio TV Maxambomba. Master (incompleto) em direção de empresa audiovisual pela Universidade Carlos III de Madrid. Trabalhou, como freelance, para Televisão Espanhola(TVE) e para o Canal autonômo TV3, da Catalunha. Com uma trajetória de décadas no audiovisual realizou vários documentários em distintos países. Iniciou sua trajetória de registros no extinto CEAC (Centro de Estudos e Ação Comunitária), na década dos 80, com atuação sempre focada e interessada para os movimentos sociais, culturais e artísticos. Foi o responsável pela implementação do projeto TV Maxambomba junto ao “Movimento de Amigos do Bairro”(MAB), na Nova Iguaçu dos anos 80/90; esta experiência e “know-how” o levou a desenvolver e a reproduzir sua experiência no exterior, levando-o a realizar trabalhos conjuntos com instituições do sistema das Nações Unidas como o PNUD, juntamente como outras instituições internacionais, OXFAM, AECID, sempre trabalhando especificamente sobre cultura, comunicação e desenvolvimento humano. Na República Dominicana, onde desenvolveu seu trabalho por 10 anos, além de ter sido “Development work”, na área de “Cooperação Internacional”, foi o fundador da ONG dominicana, BRADOM-Centro Caribenho de Cultura e Comunicação para o Desenvolvimento. Documentarista, inspirado em Eduardo Coutinho com quem trabalhou nos seus inícios no documentário Boca do Lixo, vencedor do Grand Prix no V Encontro de Cinema da América Latina em Toulouse. Se move criando e articulando redes, focado especificamente em registrar os movimentos sociais, culturais e históricos. Idealizou a SBF2022 (Semana das Culturas, Artes e Ciências da Baixada Fluminense) como um possível espaço de encontro da cultura popular e artística da “Nação Baixadense”, buscando mobilizar, visibilizar e potencializar este mosaico representativo de todas as culturas do Brasil. Vivendo entre Nova Iguaçu e Espanha, desenvolve, em Nova Iguaçu, os projetos “Baixada Fluminense, Nossa gente”, de registro fotográfico de artistas da região, integrante do Coletivo NovaTV e o projeto de entrevistas “Narractiva Periférica”, Estúdio BF e “Registrar é preciso”. Em Madrid é sócio fundador da Associação Cultural Quilombarte. A Baixada Fluminense é o seu “país”. Fundador da ONG NARRACTIVA PERIFERICA CENTRO DE AÇÕES CULTURAIS DA BAIXADA FLUMINENSE, vem trabalhando a Cultura e a Comunicação, tendo o Audiovisual como instrumento e suporte adequado, para promover o desenvolvimento sociocultural dos territórios periféricos e a construção de novos imaginários da população. Uma opção feita para contribuir a uma identidade, ao registro audiovisual dos movimentos sociais e da cultura popular Iguaçuana, Baixadense, Brasileira e Latino Americana, de quase 40 anos.

martes, marzo 30, 2010

Radiografia de los cañaverales de la República Dominicana


Representantes de empresarios azucareros y funcionarios del gobierno dominicano presumen de una zafra 2010 muy prometedora. De lo que ni siquiera hablan es de cambiar las miserables condiciones en las que viven y trabajan los cortadores de caña.

A pesar de que los precios internacionales del azúcar se han disparado y de las consecuencias en el país provocadas por la crisis económica mundial, el nuevo nicho de estímulo para su producción azucarera, estimada en más de 530 mil toneladas, es Haití.

Tras el terremoto del pasado 12 de enero, el país vecino demanda de República Dominicana una buena parte de su abastecimiento de productos, incluyendo el azúcar, negocio controlado prácticamente por compañías privatizadas que producen miles de toneladas de azúcar y que exportan, en más de un 40%, a Estados Unidos.

Estos grandes consorcios “sacan partido” de las necesidades de los inmigrantes haitianos, a quienes imponen, en la mayoría de los casos, pésimas condiciones sociales y laborales que generan desgaste físico, emocional y el creciente descontento entre la población de los bateyes.